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Luis
Orione nasceu em Pontecurone, Tortona, norte da Itália
à 23 de junho de 1872 e faleceu em Sanremo à
12 de março de 1940, três dias depois de chegar,
doente à cidade.
Em 1889 entrou para o Seminário Diocesano de Tortona
onde foi ordenado sacerdote em 1895.
Sua obra, piedosa e beneficente, voltada para os pobres, inclui
iniciativas e participações, como seminarista
ou sacerdote, entre elas participações do "Sociedade
de Socorro Mútuo São Marciano" e das "Conferências
Vicentinas", fundação de Colégio
no bairro de São Bernardino e fundações
em Mornico Losana na região de Pavia, Noto na Sicília,
Sanremo e Roma.
Liderou seminaristas e padres na formação de
uma nova Familia Religiosa, a "Pequena Obra Divina Providência".
Envolveu-se nos problemas da época: Luta pela liberdade
e unidade da Igreja, a questão romana, o modernismo,
o socialismo e evangelização das massas operárias.
Participou heroicamente junto às vítimas dos
terremotos de Reggio e Messina, sendo nomeado Vigário
Geral da Diocese de Messina pelo Papa Pio X.
Estimulou o surgimento de novos ramos da Congregação
"Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade",
"Irmãs Sacramentinas Adoradoras não Videntes",
e "Contemplativas de Jesus Crucificado". Organizou
grupos Leigos: "Damas da Divina Providência",
"Ex-Alunos", "Amigos", "Instituto
Secular Orionita-ISO" e, as Associações
do "Movimento Laical Orionita-MLO".
Após a Primeira Grande Guerra, entre muitas escolas,
colégios, colônias agrícolas e caritativas,
destacam-se os "Pequenos Cotolengos", dirigidos
aos pobres das Periferias.
Incentivou o envio de missionários ao Brasil, Argentina,
Uruguai, Palestina, Rodes, Estados Unidos, Inglaterra e Albânia.
Esteve duas vezes na América Latina (Brasil, Argentina,
Uruguai e Chile).
Finalmente, com o apoio de Papas e Autoridades, egueu Santuários,
como o de Nossa Senhora da Guarda, em Tortona, e o de Nossa
Senhora de Caravaggio.
Faleceu sussurrando suas últimas palavras: "Jesus!
Jesus! estou indo".
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